A população de Santa Catarina está perplexa, pois já vai para o quinto dia da paralisação dos praças da policia militar por reivindicação do plano de carreira e dos benefícios da lei complementar N° 254 e nenhuma atitude foi feita ou tomada, apenas falatório, uma omissão um tanto suspeita da imprensa local e panos quentes em uma quebra de braço entre a APRASC Associação de Praças de Santa Catarina e um Governador frouxo e temeroso por perder votos em sua futura vida política. Não basta apenas deixar os batalhões amotinados, viaturas que são um bem público, sabotadas e vandalizadas por aqueles que deveriam zelar por sua conservação, e ainda ameaçam abandonar o policiamento nos presídios, até mesmo o serviço de emergência do 190 estava suspenso. Uma situação que é o pontapé inicial para rebaixar Santa Catarina ao nível de alguns estados da Federação como Rio e São Paulo que são uma referência nacional quando se trata de péssima segurança pública.
As negociações, que não deveriam existir, pois a Constituição do Estado de Santa Catarina deixa bem claro que é proibido aos militares fazerem greves, andam em ritmo lento. Seria muito fácil o governador convocar a Força Nacional de Segurança e mandar prender de imediato todos os policiais amotinados, mas isso resultaria em perda de futuros votos, não só o de militares, mas também de suas mulheres, filhos, e demais parentes, ou seja, um contingente muito alto de eleitores.
A APRASC alega que já são mais de três anos sem negociações salariais e reajustes. O Governador diz que vai implantar a lei 254, porém ao seu tempo em que o orçamento do Estado permitir, ressaltando que a própria cita em sua redação que deve ser aplicada respeitando os limites de responsabilidade fiscal.
Enquanto esta situação vergonhosa não termina, as ruas estão abandonadas, e a população insegura a respeito da manutenção da ordem pública. Não importa a legitimidade ou não do movimento, ou quanto dinheiro há disponível nos cofres públicos para melhorar o soldo dos militares. Já sabemos que a sociedade catarinense é sempre a perdedora nessas discussões.
As negociações, que não deveriam existir, pois a Constituição do Estado de Santa Catarina deixa bem claro que é proibido aos militares fazerem greves, andam em ritmo lento. Seria muito fácil o governador convocar a Força Nacional de Segurança e mandar prender de imediato todos os policiais amotinados, mas isso resultaria em perda de futuros votos, não só o de militares, mas também de suas mulheres, filhos, e demais parentes, ou seja, um contingente muito alto de eleitores.
A APRASC alega que já são mais de três anos sem negociações salariais e reajustes. O Governador diz que vai implantar a lei 254, porém ao seu tempo em que o orçamento do Estado permitir, ressaltando que a própria cita em sua redação que deve ser aplicada respeitando os limites de responsabilidade fiscal.
Enquanto esta situação vergonhosa não termina, as ruas estão abandonadas, e a população insegura a respeito da manutenção da ordem pública. Não importa a legitimidade ou não do movimento, ou quanto dinheiro há disponível nos cofres públicos para melhorar o soldo dos militares. Já sabemos que a sociedade catarinense é sempre a perdedora nessas discussões.
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