Nas ultimas décadas do século XX, o mundo católico de maneira total pode conhecer a personalidade de seu líder graças as tecnologias de difusão de imagem como a TV. Também era um fato relevante que o Papa João Paulo II era um agente ativo na difusão da doutrina católica e diferente dos outros papas, viajava o mundo inteiro.
João Paulo II parecia ter nascido para fazer isto. Conhecia várias línguas, era carismático em seus gestos e cuidadoso em suas declarações, ou seja, um excelente relações públicas. Como citado anteriormente, este velhinho simpático era a única imagem que o mundo católico conhecia de como era um papa.
Os anos se passaram e Karol Vojtyla, como era chamado antes de ser papa, adoeceu, cada vez fazendo menos viagens, até que em meados de 2004 sua saúde se complicou. No início de 2005 foi dada a notícia de seu falecimento, e para o cargo foi eleito em abril do mesmo ano o Cardeal Joseph Ratzinger, tomando pontificado como Papa Bento XVI.
Mas quem era esse papa de olhos fundos e esbugalhados? Rapidamente a imprensa levantou fatos sobre sua vida e descobriu que ele lutou no Exercito Nazista durante a Segunda Guerra. Que ele havia sido Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé. Esta ultima, já foi basicamente há séculos atrás a Santa Inquisição, ou seja, Bento XVI não havia se envolvido em atividades muito simpáticas nos últimos anos.
Além de ter fama de fascista, em seus primeiros meses de papado, Bento XVI deu suas primeiras pisadas de bola pelo mundo ao insultar os mulçumanos, descriminar os direitos dos homossexuais, rejeitar o uso de preservativos, desrespeitar as outras religiões, excomungar vitimas ao invés do agressor e recentemente insultar os povos africanos. Suas declarações o tornam muito impopular com relação ao seu predecessor João Paulo II, mas será que o pontífice anterior discordaria delas?
Levando em consideração que os dois foram pessoas muito próximas, Joseph Ratzinger era quase como um braço direito de João Paulo II e segundo muitos críticos e teóricos do catolicismo, os dois seguem a mesma doutrina católica ortodoxa, esta que é basicamente a ideologia da religião católica apostólica romana. Sendo que o pontífice anterior afirmava muitas coisas semelhantes, porém não publicamente. A diferença básica entre eles é que o atual papa não tem papas na língua. No entanto a única coisa que ele faz, é afirmar a doutrina de uma forma mais dura e crua, mas mantendo a mesma essência.
Assim sendo o Papa naão é nenhum monstro ou sem noção como muitas pessoas costumam criticá-lo, Bento XVII é simplesmente católico, daqueles bem carolas mesmo. Ele tem todo direito de expressar suas idéias, por mais ridículas e estapafúrdias que pareçam, e ninguém é obrigado a segui-las.
Portanto, se alguém não concorda com o que ele fala ou ensina que mude de religião, pois o catolicismo é assim mesmo, o mundo ocidental é que passou a pensar e agir de outra maneira e graças as revoluções iluministas, passou a ter direito de escolher doutrinas religiosas mais abertas, racionais e tolerantes.
João Paulo II parecia ter nascido para fazer isto. Conhecia várias línguas, era carismático em seus gestos e cuidadoso em suas declarações, ou seja, um excelente relações públicas. Como citado anteriormente, este velhinho simpático era a única imagem que o mundo católico conhecia de como era um papa.
Os anos se passaram e Karol Vojtyla, como era chamado antes de ser papa, adoeceu, cada vez fazendo menos viagens, até que em meados de 2004 sua saúde se complicou. No início de 2005 foi dada a notícia de seu falecimento, e para o cargo foi eleito em abril do mesmo ano o Cardeal Joseph Ratzinger, tomando pontificado como Papa Bento XVI.
Mas quem era esse papa de olhos fundos e esbugalhados? Rapidamente a imprensa levantou fatos sobre sua vida e descobriu que ele lutou no Exercito Nazista durante a Segunda Guerra. Que ele havia sido Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé. Esta ultima, já foi basicamente há séculos atrás a Santa Inquisição, ou seja, Bento XVI não havia se envolvido em atividades muito simpáticas nos últimos anos.
Além de ter fama de fascista, em seus primeiros meses de papado, Bento XVI deu suas primeiras pisadas de bola pelo mundo ao insultar os mulçumanos, descriminar os direitos dos homossexuais, rejeitar o uso de preservativos, desrespeitar as outras religiões, excomungar vitimas ao invés do agressor e recentemente insultar os povos africanos. Suas declarações o tornam muito impopular com relação ao seu predecessor João Paulo II, mas será que o pontífice anterior discordaria delas?
Levando em consideração que os dois foram pessoas muito próximas, Joseph Ratzinger era quase como um braço direito de João Paulo II e segundo muitos críticos e teóricos do catolicismo, os dois seguem a mesma doutrina católica ortodoxa, esta que é basicamente a ideologia da religião católica apostólica romana. Sendo que o pontífice anterior afirmava muitas coisas semelhantes, porém não publicamente. A diferença básica entre eles é que o atual papa não tem papas na língua. No entanto a única coisa que ele faz, é afirmar a doutrina de uma forma mais dura e crua, mas mantendo a mesma essência.
Assim sendo o Papa naão é nenhum monstro ou sem noção como muitas pessoas costumam criticá-lo, Bento XVII é simplesmente católico, daqueles bem carolas mesmo. Ele tem todo direito de expressar suas idéias, por mais ridículas e estapafúrdias que pareçam, e ninguém é obrigado a segui-las.
Portanto, se alguém não concorda com o que ele fala ou ensina que mude de religião, pois o catolicismo é assim mesmo, o mundo ocidental é que passou a pensar e agir de outra maneira e graças as revoluções iluministas, passou a ter direito de escolher doutrinas religiosas mais abertas, racionais e tolerantes.
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